Esperpento de Los cuernos de don Friolera, de Ramón del Valle-Inclán: fantochada trágica ou tragédia grotesca

O dramaturgo espanhol, Ramón del Valle-Inclán, insatisfeito com o ambiente teatral burguês de seu entorno e época, do qual se havia afastado em 1913, concebeu nos anos de 1920 um “novo gênero” dramático-literário que ele próprio nomeou de “Esperpento”. Quatro obras do autor pertencem a essa modalid...

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Bibliographic Details
Main Author: Joyce Rodrigues Ferraz Infante
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2014-07-01
Series:Outra Travessia
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/34428
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Description
Summary:O dramaturgo espanhol, Ramón del Valle-Inclán, insatisfeito com o ambiente teatral burguês de seu entorno e época, do qual se havia afastado em 1913, concebeu nos anos de 1920 um “novo gênero” dramático-literário que ele próprio nomeou de “Esperpento”. Quatro obras do autor pertencem a essa modalidade: Luces de bohemia (1920), Los cuernos de don Friolera (1921), Las galas del difunto (1926) e La hija del capitán (1927). Para além da sátira social e política e da paródia dramática, o esperpento consiste numa forma teatral ou categoria estética que expressa uma visão da condição humana. O objetivo deste artigo é realizar uma análise de Los cuernos de don Friolera que evidencie as características desse esperpento como teoria, elaboração estética e visão de mundo.
ISSN:1807-5002
2176-8552