Diversas formas de melhorar a qualidade da assistência
Em plena era da inteligência emocional, muitos empregadores da indústria, do comércio e do ramo de serviços já descobriram que seus funcionários produzem mais e melhor quando estão satisfeitos com a empresa, com seu ambiente de trabalho e com a função que exercem. Na área de saúde, não é diferente...
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Zeppelini Publishers
2006-07-01
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| Series: | Revista SOBECC |
| Online Access: | https://revista.sobecc.org.br/sobecc/article/view/329 |
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| author | Rosa Maria Pelegrini Fonseca Fonseca Aparecida de Cassia Giani Peniche |
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Em plena era da inteligência emocional, muitos empregadores da indústria, do comércio e do ramo de serviços já descobriram que seus funcionários produzem mais e melhor quando estão satisfeitos com a empresa, com seu ambiente de trabalho e com a função que exercem. Na área de saúde, não é diferente, mas existem peculiaridades. Apesar de lidar o tempo todo com situações-limite, como dor, sofrimento e risco de morte, o trabalho da Enfermagem se apresenta como um mediador de realização em decorrência de oferecer a possibilidade de executar cuidados diretos ao paciente e contemplar seus resultados. Na prática, só essa característica faz do enfermeiro de Centro Cirúrgico um profissional satisfeito, realizado, como aponta o estudo premiado em primeiro lugar no último Congresso da SOBECC, que publicamos nesta edição. Por outro lado, o referido trabalho revelou que há outros fatores, menos ligados à natureza da profissão e mais relacionados com a organização, que são motivo de insatisfação no dia-a-dia desse profissional - do desgaste físico à falta de desenvolvimento pessoal. Apesar disso, o artigo mostra que as instituições têm condições de atuar fortemente para reverter essas questões e, ass im, aumentar o sentimento de felicidade do enferm eiro. Afinal, quanto mais satisfação, melhor será a qualidade da assistência e, por conseqüência, do serviço oferecido pelo hospital. Já fora do âmbito da gestão de pessoas, outro aspecto que contribui para a prestação de uma assistência de qualidade é o conhecimento das alterações e complicações decorrentes do trauma anestésico-cir úrg ico, assim como o envolvimento do enfermeiro com o planejamento da terapia analgésica, no pós-operatório, no que se refere ao controle de seus custos . Assim, selecionamos também dois outros trabalhos que iluminam essas questões e contribuem para a tomada de decisões em seu dia-a-d ia. Na iminência do nosso 5° Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Hospitalar, trazemos ainda para esta edição um levantamento que faz um alerta: as revistas científicas de Enfermagem têm publicado pouquíssimos artigos sobre medidas de prevenção e controle da infecção do sítio cir úrgi co. No estudo, as pesquisadoras encontraram apenas nove trabalhos sobre o assunto em nada menos que 1 48 exemplares de 11 títu los. Muito pouco para um tema tão importante para a qualidade da ass istência. Está ai, portanto, mais um motivo para você participar do 5° Simpósio, no mês de julho, e descobrir novos nichos de investigação para estudar e aplicar em sua práti ca.
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