Precarização do emprego em um hospital público do Sergipe: um estudo de caso com profissionais da enfermagem

Este trabalho investigou a percepção de precarização do emprego em um hospital público do Estado de Sergipe. O Inventário de Precarização Laboral (IPREL) foi aplicado em 279 profissionais de enfermagem e, após Análise Fatorial por Eixos Principais, rotação Promax, foram extraídos 2 fatores (Higiene...

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Main Authors: Tereza Cecília Costa do Nascimento, Marley Rosana Melo de Araújo, Saulo Pereira de Almeida
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2018-12-01
Series:Revista de Ciências da Administração : RCA
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/view/52924
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Summary:Este trabalho investigou a percepção de precarização do emprego em um hospital público do Estado de Sergipe. O Inventário de Precarização Laboral (IPREL) foi aplicado em 279 profissionais de enfermagem e, após Análise Fatorial por Eixos Principais, rotação Promax, foram extraídos 2 fatores (Higiene Ocupacional e Justiça: ?= 0,87; Relações de Trabalho: ?= 0,67) que explicam 19,09% da variância dos dados. Trabalhadores de enfermagem pouco vivenciam condições de trabalho adequadas e seguras e percepção de justiça nas relações estabelecidas no trabalho (M = 1,5; DP = 0,52), ainda que acusem razoável ocorrência, por parte da organização empregadora, de práticas de gestão de pessoas voltadas ao reconhecimento profissional, à participação nas tomadas de decisões e à observação das obrigações trabalhistas remuneratórias (M = 2,0; DP = 0,51). Os resultados apontam para um quadro mais crítico referente às condições materiais de trabalho e relações de equidade, sinalizando a necessidade de melhorias corretivas.
ISSN:1516-3865
2175-8077