Modelos tradicionais de fadiga e desempenho físico

A etiologia da fadiga tem sido objeto de estudo em pesquisas relacionadas ao desempenho esportivo em função da necessidade de esclarecer os mecanismos que reduzem a capacidade de manutenção do desempenho em intensidades elevadas de esforço. A concepção tradicional de fadiga assume que os mecanismos...

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Main Authors: Felipe de Russi de Lima, Cayque Brietzke Barreto, Paulo Estevão Franco-Alvarenga, Ricardo Yukio Asano, Bruno Ferreira Viana, Tony Meireles Santos, Flávio Oliveira Pires
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Estadual de Maringá 2017-11-01
Series:Revista da Educação Física
Subjects:
Online Access:http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/34289
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Description
Summary:A etiologia da fadiga tem sido objeto de estudo em pesquisas relacionadas ao desempenho esportivo em função da necessidade de esclarecer os mecanismos que reduzem a capacidade de manutenção do desempenho em intensidades elevadas de esforço. A concepção tradicional de fadiga assume que os mecanismos possam ser desencadeados em sítios de ação central ou periférica. A fadiga periférica é compreendida como uma oferta inadequada de oxigênio tecidual acelerando a acidose muscular. A fadiga central, por sua vez, oriunda do sistema nervoso central (SNC), apresenta alterações nos neurotransmissores, podendo alterar o perfil metabólico e temperatura do SNC. Desta forma, a presente revisão tem como intuito abordar os mecanismos de fadiga central e periférica, norteando futuras interpretações sobre o fenômeno.
ISSN:0103-3948
1983-3083