TEORES DE BIXINA E PROTEÍNA EM SEMENTES DE URUCUM EM FUNÇÃO DO TIPO E DO PERÍODO DE ARMAZENAGEM

RESUMO Objetivando-se avaliar os efeitos do tipo e do período de armazenagem sobre os teores de bixina e proteína, sementes de urucum (Bixa orellanaL.) variedade Sangüínea, foram armazenadas em silos de zinco e em sacos de nylon durante oito meses, nas condições climáticas de Campina Grande, PB. Os...

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Main Authors: Juarez Paz Pedrosa, Luiza Eugênea da M. R. Cirne, João Miguel de M. Neto
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Campina Grande 1999-04-01
Series:Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-43661999000100121&lng=en&tlng=en
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description RESUMO Objetivando-se avaliar os efeitos do tipo e do período de armazenagem sobre os teores de bixina e proteína, sementes de urucum (Bixa orellanaL.) variedade Sangüínea, foram armazenadas em silos de zinco e em sacos de nylon durante oito meses, nas condições climáticas de Campina Grande, PB. Os teores de bixina foram determinados segundo metodologia utilizada pela empresa Refinações de Milho Brasil e os de proteína pelo método de diagnóstico foliar micro Kjeldhal Guming. Foi utilizado um delineamento estatístico em esquema fatorial 2 x 5 inteiramente casualizado com 3 repetições e a comparação das médias dos tratamentos foi feita pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Os resultados mostraram que tanto os teores de bixina como os de proteína, decresceram com o período de armazenagem das sementes, mas só ocorrendo diferenças significativas entre os teores de bixina após o 4° mês de armazenagem, enquanto as sementes armazenadas nos silos conservaram melhor os teores de bixina e proteína.
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