Como forjar um arpão: uma crítica de duas traduções de 'Moby Dick' à luz de Lacan.
Este artigo analisa as traduções para o português de Hirsch-Souza e Xavier da obra Moby Dick à luz do nó borromeano (Imaginário, Simbólico e Real) de Jacques Lacan, com o propósito de desenvolver as possibilidades da alteridade ama crítica de tradução literária ético-dialógica. Entendendo a alegoria...
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| Format: | Article |
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| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2011-11-01
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| Series: | Cadernos de Tradução |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/11223 |
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| description | Este artigo analisa as traduções para o português de Hirsch-Souza e Xavier da obra Moby Dick à luz do nó borromeano (Imaginário, Simbólico e Real) de Jacques Lacan, com o propósito de desenvolver as possibilidades da alteridade ama crítica de tradução literária ético-dialógica. Entendendo a alegoria como via privilegiada de entrada para a obra, comparamos três pares desses momentos no texto e procuramos demonstrar que toda crítica de tradução dentro de um princípio ético-dialógico, por mais que parta de elementos externos, deverá conter elementos internos à obra em seu comentário sobre a tradução como tal. |
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| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| spelling | doaj-art-f8a7e09dd55a4b61beb4c9876b8909ce2025-08-20T03:41:57ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaCadernos de Tradução1414-526X2175-79682011-11-0122810.5007/2175-7968.2011v2n28p6716377Como forjar um arpão: uma crítica de duas traduções de 'Moby Dick' à luz de Lacan.Nils Goran SkareEste artigo analisa as traduções para o português de Hirsch-Souza e Xavier da obra Moby Dick à luz do nó borromeano (Imaginário, Simbólico e Real) de Jacques Lacan, com o propósito de desenvolver as possibilidades da alteridade ama crítica de tradução literária ético-dialógica. Entendendo a alegoria como via privilegiada de entrada para a obra, comparamos três pares desses momentos no texto e procuramos demonstrar que toda crítica de tradução dentro de um princípio ético-dialógico, por mais que parta de elementos externos, deverá conter elementos internos à obra em seu comentário sobre a tradução como tal.https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/11223 |
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