A unidade sistemática entre filosofia negativa e positiva em Schelling
Este artigo busca defender a continuidade entre a filosofia negativa e positiva de Schelling. A primeira procurou demonstrar racionalmente o processo orgânico da natureza; a segunda, apresentar tal processo de maneira a examinar a revelação desse princípio, ao longo da história. Defende-se a filoso...
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| Published: |
Universidade Estadual Paulista
2025-04-01
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Este artigo busca defender a continuidade entre a filosofia negativa e positiva de Schelling. A primeira procurou demonstrar racionalmente o processo orgânico da natureza; a segunda, apresentar tal processo de maneira a examinar a revelação desse princípio, ao longo da história. Defende-se a filosofia positiva como consequência da negativa, ainda que essa relação não estivesse clara para Schelling, desde o início de seu pensamento. Para isso, serão articulados elementos de sua filosofia inicial, como a resistência a qualquer redução dedutivo-racional do processo do mundo, sustentada por um sistema de pesos e contrapesos entre subjetivo e objetivo, bem como a concepção de um Absoluto medial, a partir do qual todas as coisas podem ser justificadas, sem que ele próprio o seja. Assim, evidencia-se que a filosofia de Schelling sempre manteve um princípio de resistência à capacidade racional de dedução do processo, o que se preserva em sua filosofia positiva. Esta, por sua vez, faz jus à noção de superação do subjetivo sobre o objetivo, traçando-a, no processo histórico de revelação dos povos.
Submissão: 02/02/2025 – Decisão: 02/03/2025 - Revisão: 16/03/2025 – Publicação: 04/04/2025
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