Os enxertos de Silviano Santiago e Jacques Derrida
Este ensaio discute a noção de enxerto, que perpassa, de diferentes formas, a obra crítica e ficcional de Silviano Santiago, ancorada sobretudo na sua leitura de Jacques Derrida. Seguindo o rastro deixado por este conceito, a partir de Menino sem passado (2021) encontramos o enxerto como um operado...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2024-12-01
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| Series: | Outra Travessia |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/99372 |
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| Summary: | Este ensaio discute a noção de enxerto, que perpassa, de diferentes formas, a obra crítica e ficcional de Silviano Santiago, ancorada sobretudo na sua leitura de Jacques Derrida. Seguindo o rastro deixado por este conceito, a partir de Menino sem passado (2021) encontramos o enxerto como um operador para se entender a composição familiar dos Santiago e, também, como uma metáfora operatória, correspondente à técnica de jardinagem do pai, servindo à caracterização das alianças que se insinuam na formação da tradicional família mineira. Ao fim, o ensaio estabelece uma análise cruzada das produções memorialistas de Drummond e Silviano, mediadas pelo gesto da enxertia, pela apropriação de fragmentos de outros textos e da escrita como consequência da leitura.
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| ISSN: | 1807-5002 2176-8552 |