La deconstrucción del “malestar en/de/por la Soberanía” y su papel en una crítica de la democracia representativa = A desconstrução do “mal-estar na / da / pela soberania” e seu papel na crítica à democracia representativa = The deconstruction of “discomfort in/ of/ for Sovereignty” and its role in a critique of representative democracy
No presente trabalho, avalia-se a impressão da perspectiva desconstrutiva do mal em / para / pela soberania, na obra de Jaques Derrida, para uma crítica anti-idólatra da democracia. Começa com o estudo crítico de duas tradições de fundamentação contemporânea da democracia representativa. O exame da...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | deu |
| Published: |
Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS)
2021-01-01
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| Series: | Veritas |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/view/36463/26684 |
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| Summary: | No presente trabalho, avalia-se a impressão da perspectiva desconstrutiva do mal em / para / pela soberania, na obra de Jaques Derrida, para uma crítica anti-idólatra da democracia. Começa com o estudo crítico de duas tradições de fundamentação contemporânea da democracia representativa. O exame da proposta de democracia deliberativa de Habermas e a concepção de radicalização da democracia de Ernesto Laclau, que permitem demonstrar a reprodução do processo de formalização da democracia. Ambos criticam o paradigma do conflito material de classes de origem marxista e respondem com um entendimento comunicativo que parte da centralidade da linguagem e do discurso como uma prática subjetiva consensual. Da redução do processo subjetivo à prioridade proeminente do discurso, a democracia deixa de entender as condições materiais de reprodução do sujeito corporal. Marco em face do qual avaliamos o papel da crítica ao mal-estar da soberania presente na obra de Jaques Derrida. O pensamento derridiano sobre a perturbação da soberania critica a redução da diferença de uma constelação categórica e metódica que implica o reconhecimento do conflito irredutível que representa a emergência de contingência do outro. A espectralidade como intuição abrangente permite a afirmação da responsabilidade ética, como base de qualquer posição epistemológica, que tenta dar a um discurso verdadeiro a condição de possibilidade. Posição que salvaguarda a possibilidade transforma-dora de exercer soberania, revelando seus processos de repressão subjetiva. Essa constelação categorial é substantiva a uma crítica à redução da democracia como um exercício soberano |
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| ISSN: | 0042-3955 1984-6746 |