Os avatares de Nietzsche no Rio da Prata: o vitalista spengleriano (de) Ezequiel Martínez Estrada. Notas*

Resumo Identificamos as coordenadas em que Ezequiel Martínez Estrada leu Nietzsche entre 1944 e 1950. Analisamos sua interpretação, que atribui toda a produção do filósofo ao âmbito das teses estéticas e metafísicas de sua obra juvenil sobre a tragédia. Entre as fontes Retirei oque orientam sua inte...

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Main Author: Sergio Sánchez
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal do Sul da Bahia 2025-08-01
Series:Cadernos Nietzsche
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2316-82422025000100202&lng=pt&tlng=pt
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Summary:Resumo Identificamos as coordenadas em que Ezequiel Martínez Estrada leu Nietzsche entre 1944 e 1950. Analisamos sua interpretação, que atribui toda a produção do filósofo ao âmbito das teses estéticas e metafísicas de sua obra juvenil sobre a tragédia. Entre as fontes Retirei oque orientam sua interpretação, ressaltamos Spengler, cuja influência vitalista e irracionalista é decisiva. Destacamos os limites de sua leitura idiossincrática, que ignora a mudança no pensamento de Nietzsche no final da década de 1970: sua renúncia à autoridade do mito e sua recuperação do valor do conhecimento.
ISSN:2316-8242