Jovens aprendizes: trabalhadores efetivamente comprometidos e/ou ajustados aos papéis organizacionais?

Resumo O objetivo neste estudo foi analisar comparativamente os níveis de comprometimento afetivo e consentimento organizacional de jovens aprendizes brasileiros. Realizou-se um estudo com 2.543 jovens aprendizes, coletando-se dados com escalas validadas de comprometimento afetivo e consentimento or...

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Main Authors: Silas Dias Mendes Costa, Samara de Menezes Lara, Kely César Martins de Paiva
Format: Article
Language:English
Published: Fundação Getulio Vargas, Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas 2024-10-01
Series:Cadernos EBAPE.BR
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512024000500602&lng=pt&tlng=pt
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Summary:Resumo O objetivo neste estudo foi analisar comparativamente os níveis de comprometimento afetivo e consentimento organizacional de jovens aprendizes brasileiros. Realizou-se um estudo com 2.543 jovens aprendizes, coletando-se dados com escalas validadas de comprometimento afetivo e consentimento organizacional. Na análise de dados, primeiro foram feitas análises fatoriais confirmatórias; na sequência, interpretação dos resultados; por fim, testes de correlação. Os resultados coadunam-se com outras evidências da estrutura unidimensional dos construtos, ratificando a base afetiva do comprometimento afetivo e a obediência no consentimento organizacional. A média geral de comprometimento afetivo foi inferior à de consentimento organizacional. Tais resultados informam tanto um vínculo afetivo elevado, quanto fortes ajustes a papéis e obediência. Dada a realidade socioeconômica dos aprendizes e possíveis variáveis explicativas, sugere-se uma agenda para estudos futuros.
ISSN:1679-3951