Articuladores gestuais: mão não dominante
Este artigo aborda a fonologia da Língua Gestual Portuguesa com enfoque nos articuladores gestuais. Analogamente às línguas orais que têm como articulador primordial o aparelho fonador, as línguas gestuais, sendo de modalidade gesto-visual, têm as duas mãos que são anatomicamente idênticas: a mão do...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Católica Portuguesa, Instituto de Ciências da Saúde
2013-01-01
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| Series: | Cadernos de Saúde |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.ucp.pt/index.php/cadernosdesaude/article/view/2846 |
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| Summary: | Este artigo aborda a fonologia da Língua Gestual Portuguesa com enfoque nos articuladores gestuais. Analogamente às línguas orais que têm como articulador primordial o aparelho fonador, as línguas gestuais, sendo de modalidade gesto-visual, têm as duas mãos que são anatomicamente idênticas: a mão dominante e a mão não dominante. É sobre esta última que o estudo incidirá pormenorizadamente a fim de perceber o seu comportamento e os diferentes papéis que adota. A mão não dominante é o articulador passivo mas com potencial e com muitos graus de liberdade que se comporta de forma muito restrita. Visa verificar-se, se de facto a mão não dominante funciona como articulador e lugar de articulação ou se é, ou não, independente na formação e execução de gestos, comprovando-se com esta investigação a teoria embrionária do desempenho da mão não dominante como classificador fonológico, cujo significado atribuído à configuração realizada é imprescindível para a compreensão do item lexical. |
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| ISSN: | 1647-0559 |