Simpatia e ética do cuidado

Este artigo procura reconstruir duas posições sobre a simpatia: de um lado, a de David Hume no iluminismo escocês do século XVIII, e, de outro, a de Michael Slote, inserido na ética do cuidado e em nosso século. Primeiramente, buscaremos apresentar a posição humeana, e as críticas que lhe foram dir...

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Main Author: Rebeca Gurgel Louzada
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2025-07-01
Series:Ethic@: an International Journal for Moral Philosophy
Subjects:
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/ethic/article/view/98331
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Summary:Este artigo procura reconstruir duas posições sobre a simpatia: de um lado, a de David Hume no iluminismo escocês do século XVIII, e, de outro, a de Michael Slote, inserido na ética do cuidado e em nosso século. Primeiramente, buscaremos apresentar a posição humeana, e as críticas que lhe foram dirigidas ainda em sua época, e como ele as respondeu na Investigação sobre os Princípios da Moral (1751), ao recorrer ao princípio de humanidade. Em um segundo momento, apresentaremos a posição de Slote, que vê Hume como o grande predecessor da ética do cuidado e a simpatia (ou, atualmente, a empatia) como o cimento da moral, e defende o movimento chamado de empatia com a empatia. Por fim, utilizando a crítica de Annette Baier, defenderemos que a teoria da empatia de Slote não dá conta de responder a alguns problemas éticos atuais.
ISSN:1677-2954