Efeito da alimentação habitual na manifestação da resistência de força na musculação em homens treinados

O treinamento de força na musculação é uma prática amplamente recomendada por proporcionar inúmeros benefícios à saúde. Na musculação é possível manipular a carga de treinamento através de seus componentes volume e intensidade. A adequada manipulação desses componentes pode promover respostas adapta...

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Bibliographic Details
Main Authors: Iara Fernandes, Stefani Miranda-Castro, Antonio Felipe Souza-Gomes, Cecília Cristina Cota, Rony Las-Casas, Erica Leandro Marciano Vieira, Albená Nunes-Silva
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício 2025-01-01
Series:Revista Brasileira de Nutrição Esportiva
Subjects:
Online Access:https://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/2372
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Description
Summary:O treinamento de força na musculação é uma prática amplamente recomendada por proporcionar inúmeros benefícios à saúde. Na musculação é possível manipular a carga de treinamento através de seus componentes volume e intensidade. A adequada manipulação desses componentes pode promover respostas adaptativas, tais como a hipertrofia muscular. Esses benefícios podem ser potencializados ou prejudicados a depender da composição da dieta habitual. O presente estudo avaliou as possíveis associações entre o consumo dos macronutrientes provenientes da alimentação habitual e o desempenho no teste de repetições máximas (RMs) realizados a 60% e a 80% de uma repetição máxima (1RM). Homens saudáveis (n=14), com idade de 40,81 ± 5,77 anos, peso de 85,37 ± 10,61 Kg e altura de 174,5 ± 5,89 cm fizeram parte deste estudo. Os exercícios utilizados foram o supino reto, o leg press 45º e o pulley anterior. O protocolo foi composto por quatro séries de repetições máximas (RMs) a 60% de 1RM e a 80% de 1RM. O consumo total dietético diário de macronutrientes foi de 47% de carboidratos, 22% de proteínas e 31% de gorduras. Não houve correlação entre o consumo de carboidratos e desempenho a 60% (p=0,4490) e a 80% (p=0,6648), de proteínas e o desempenho a 60% (p=0,2917) e 80% (p= 0,3300) e de lipídios a 60% (p=0,3139) e a 80% (p=0,3108). Conclusão: A quantidade de carboidrato da dieta habitual não se correlacionou com o desempenho na tarefa de resistência de força.
ISSN:1981-9927