"Margear" na clínica
No presente artigo propomos, a partir de uma narrativa de percurso clínico do próprio autor, a noção de "margear" como estratégia de articulação entre a clínica pública, com base psicanalítica, e a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), ao mesmo tempo, realizamos uma reflexão clínica sobre...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
2024-11-01
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| Series: | Plural |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaplural.emnuvens.com.br/prp/article/view/55 |
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| Summary: | No presente artigo propomos, a partir de uma narrativa de percurso clínico do próprio autor, a noção de "margear" como estratégia de articulação entre a clínica pública, com base psicanalítica, e a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), ao mesmo tempo, realizamos uma reflexão clínica sobre uma psicanálise das margens. Tal articulação e reflexão se dará a partir da experiência do autor no trabalho no coletivo Margens Clínicas na criação de dispositivos clínicos no enfrentamento à violência colonial junto a RAPS. Entendemos violência colonial a partir de Fanon, que tem como uma das suas formas de expressão a branquitude e suas práticas de silenciamento. Utilizamos a cena limite da crise psicológica para se pensar os tensionamentos do “margear”, a articulação da clínica pública e a RAPS. Portanto, o “margear” será desdobrado em quatro direções, visando a construção de estratégias possíveis para que a clínica pública possa se articular com a RAPS.
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| ISSN: | 2965-1662 |