CENTRALIDADE E CIDADES MÉDIAS: O SETOR DE SÁUDE EM MONTES CLAROS/MG

As cidades médias passaram a despertar a atenção dos geógrafos brasileiros após a década de 1970 em estudos que abordavam as redes urbanas regionais, o padrão econômico, dentre outras características. Os primeiros estudos sobre cidades médias brasileiras estavam baseados no tamanho populacional pa...

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Bibliographic Details
Main Authors: Iara Soares de França, Beatriz Ribeiro Soares
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Goiás 2014-01-01
Series:Boletim Goiano de Geografia
Subjects:
Online Access:http://www.revistas.ufg.br/index.php/bgg/article/view/29311/16671
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Description
Summary:As cidades médias passaram a despertar a atenção dos geógrafos brasileiros após a década de 1970 em estudos que abordavam as redes urbanas regionais, o padrão econômico, dentre outras características. Os primeiros estudos sobre cidades médias brasileiras estavam baseados no tamanho populacional para identificar quais seriam essas cidades. Por exemplo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) classifica como cidades médias os centros urbanos que possuem população entre 100 e 500 mil habitantes. Todavia, os estudos de autores como Amorim Filho, Bueno e Abreu (1982), Soares (1999), Sposito (2001) e Pereira e Lemos (2004) chamam a atenção para a necessidade de incorporação de outras variáveis nos estudos sobre as cidades médias, como a posição e importância na região na qual se encontram inseridas, as relações interurbanas e intra- urbanas, a sua especialização e diversificação econômica, além da centralidade, entre outras. Montes Claros, cidade média do norte de Minas Gerais, possui características que a colocam numa posição de centro regional que comanda as áreas do seu entorno e os municípios com menor diversidade de funções. Nesse sentido, este artigo analisa a centralidade que esta cidade média exerce nos municípios do seu entorno considerando o setor de saúde.
ISSN:0101-708X