Consumo de suplementos alimentares e estimulantes por praticantes de atividade física em uma academia de Minas Gerais

Introdução: O consumo de suplementos alimentares e estimulantes é crescente, porém, o uso sem orientação correta, pode acarretar prejuízos a saúde. Objetivo: Analisar o consumo de suplementos alimentares e estimulantes por praticantes de atividade física em uma academia de Minas Gerais. Materiais e...

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Main Authors: Jessica Cristina Resende Pinto, Priscila Vaz de Melo Ribeiro, Mirella Lima Binoti
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício 2025-01-01
Series:Revista Brasileira de Nutrição Esportiva
Subjects:
Online Access:https://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/2360
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Description
Summary:Introdução: O consumo de suplementos alimentares e estimulantes é crescente, porém, o uso sem orientação correta, pode acarretar prejuízos a saúde. Objetivo: Analisar o consumo de suplementos alimentares e estimulantes por praticantes de atividade física em uma academia de Minas Gerais. Materiais e Métodos: Foi utilizado um questionário autoaplicável contendo questões relacionadas ao treinamento e ao consumo de suplementos alimentares e estimulantes. Resultados: Participaram do estudo 182 indivíduos, idade média de 33,5 ±9,7 anos, 51,4% do gênero feminino. Destes, 51,9% praticavam atividade física há mais de três anos; frequência semanal de três a quatro dias (38,8%); e duração de trinta a sessenta minutos (53%); 48,6% consideravam o treino intenso e 75,1% possuíam o objetivo de melhoria da qualidade de vida. Destes, 77,1% faziam ou já fizeram uso de suplementos alimentares (75% whey protein e 78,3% creatina). As informações sobre essas substâncias eram obtidas por nutricionista (72,3%) e internet (60,7%). O whey protein era mais consumido após o treino e a creatina antes, associado ao objetivo de melhoria da saúde e ganho de força. Dos participantes, 51,7% faziam ou já haviam feito uso de estimulantes (café 57,6% e cafeína 54,2%). Onde, 40,8% perceberam efeitos deletérios e relataram redução do sono (57,1%) e diminuição da fadiga (38,15). Conclusão: Educação e orientação adequadas sobre suplementos alimentares e estimulantes são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar dos indivíduos, sendo o nutricionista o profissional capacitado para avaliar a necessidade, orientar e monitorar sobre o uso adequado desses produtos.
ISSN:1981-9927