A relação entre logos e anti-Intelectualismo na filosofia cínica
O presente artigo tem como proposta analisar uma problemática que envolve a filosofia cínica, pois sabemos que o cinismo, segundo nos conta Diógenes Laércio, foi uma escola filosófica que tinha como base essencial a prática da ética, isto é, eles eram anti-intelectualistas e, consequentemente, negl...
Saved in:
| Main Authors: | , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
2020-09-01
|
| Series: | Perspectiva Filosófica |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/perspectivafilosofica/article/view/248337 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
| Summary: | O presente artigo tem como proposta analisar uma problemática que envolve a filosofia cínica, pois sabemos que o cinismo, segundo nos conta Diógenes Laércio, foi uma escola filosófica que tinha como base essencial a prática da ética, isto é, eles eram anti-intelectualistas e, consequentemente, negligenciaram os chamados “estudos acadêmicos”. No entanto, temos relatos de que vários cínicos foram bons oradores e/ou escritores, ou seja, há aqui, aparentemente, um paradoxo envolvendo os cães, pois ao mesmo tempo em que eles, supostamente, negligenciaram tais estudos eles o fizeram brilhantemente. Deste modo, nosso trabalho pretende investigar a função do logos na filosofia cínica. O logos, aqui em questão, é entendido em três formas de representação, a saber: como razão, escrita e fala.
|
|---|---|
| ISSN: | 0104-6454 2357-9986 |