A desesperada (in)ternura da noite e a impossibilidade de amar em Os cus de Judas, de Antônio Lobo Antunes

O presente artigo dialoga os conceitos blanchotianos de noite – primeira noite e outra noite – e a caracterização do aspecto noturno na narrativa Os Cus de Judas, do escritor português António Lobo Antunes. O protagonista narra seu percurso por Lisboa em uma noite ao lado de uma interlocutora. A no...

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Bibliographic Details
Main Author: Natasha Otsuka
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2014-06-01
Series:Outra Travessia
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/39267
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Description
Summary:O presente artigo dialoga os conceitos blanchotianos de noite – primeira noite e outra noite – e a caracterização do aspecto noturno na narrativa Os Cus de Judas, do escritor português António Lobo Antunes. O protagonista narra seu percurso por Lisboa em uma noite ao lado de uma interlocutora. A noite na obra guarda não somente o espaço do discurso, mas também estabelece uma significação com o próprio estado do personagem. Além das considerações sobre a noite, foram apresentados nesse artigo os conceitos de sono e de morte do teórico francês Maurice Blanchot como uma forma de complementar a análise do romance.
ISSN:1807-5002
2176-8552