Relato de uma experiência sobre a validação dos processos físicos de esterilização a vapor

A validação dos ciclos de esterilização a vapor é uma exigência legal da ISO/NBR 11134, visando a assegurar a qualidade da esterilidade dos artigos que passam por autoclave. No presente relato, descrevemos a validação de uma autoclave a vapor, feita no Centro de Material e Esterilização (CME) de um...

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Main Authors: Maria Antonieta Velosco Martinho, Kazuko Uchikawa Graziano, Ruth Natalia Teresa Turrini
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Zeppelini Publishers 2006-03-01
Series:Revista SOBECC
Subjects:
Online Access:https://revista.sobecc.org.br/sobecc/article/view/317
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issn 1414-4425
2358-2871
language Portuguese
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publisher Zeppelini Publishers
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spelling doaj-art-cd0b67e7e7904eefa72a853d5c13edcd2025-08-20T02:57:53ZporZeppelini PublishersRevista SOBECC1414-44252358-28712006-03-01111Relato de uma experiência sobre a validação dos processos físicos de esterilização a vaporMaria Antonieta Velosco Martinho0Kazuko Uchikawa Graziano1Ruth Natalia Teresa Turrini2Enfermeira da Central de Materiais e Esterilização da Irmandade da Santa Casa de Santos e do Centro Cirúrgico do Hospital Guilherme Álvaro, em Santos. Mestranda do curso de pós-graduação do Programa de Enfermagem na Saúde do Adulto da Escola de Enfermagem da USP.Professora associada do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da USP.Professora doutora do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da USP. A validação dos ciclos de esterilização a vapor é uma exigência legal da ISO/NBR 11134, visando a assegurar a qualidade da esterilidade dos artigos que passam por autoclave. No presente relato, descrevemos a validação de uma autoclave a vapor, feita no Centro de Material e Esterilização (CME) de um hospital de porte extra, na Baixada San tista (SP), após a troca de sua câmara inte rna. Durante a iniciativa, comparamos os processos de qualificação com vapor proveniente da rede e com vapor produzido pelo gerador da própria máquina. No comis­ sionamento, o equipamento apresentou temperaturas dentro do limite preco­ nizado. Na qualificação de funciona­ mento com vapor da rede, observamos dois pontos com temperaturas  que varia ram de 0,3º( a O, 7°C abaixo da temperatura de referência; já com o vapor produzido pelo esterilizador, essa va riação chegou a fica r até 11 ºC abaixo da referência. Após vá rias análises das possíveis causas dessa oscilação, cons­ tatamos  d iscreto  aumento  na  cana leta que recebe a guarnição.  O  fato é que a validação das duas form as de suprimento de  va por  revelou  um  problema  que poderia ter sido masca rado se a quali­ ficação não fosse realizada com ambas as fontes. A divulgação deste relato é pertinente como pista para a resolução de equações semelhant es em validações de aut oclav es. https://revista.sobecc.org.br/sobecc/article/view/317validaçãoesterilização a vapor.
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