Escrever com Adília/Barthes sobre o que gostamos

Leitura da poesia da Adília Lopes a partir da perspectiva biografemática de Barthes. Reflexão sobre como os poemas dos últimos livros-álbuns adilianos, sobretudo a partir de Manhã (2015) até os mais recentes Pardais (2022) e Choupos (2023), são permeados por resquícios de memória de leituras e de v...

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Bibliographic Details
Main Author: Paulo Alberto da Silva Sales
Format: Article
Language:English
Published: Real Gabinete Português de Leitura 2025-01-01
Series:Convergência Lusíada
Subjects:
Online Access:https://www.convergencialusiada.com.br/rcl/article/view/1314
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Description
Summary:Leitura da poesia da Adília Lopes a partir da perspectiva biografemática de Barthes. Reflexão sobre como os poemas dos últimos livros-álbuns adilianos, sobretudo a partir de Manhã (2015) até os mais recentes Pardais (2022) e Choupos (2023), são permeados por resquícios de memória de leituras e de vivências da poeta-leitora-personagem, que escreve motivada pelo desejo em rememorar o outro por meio de si. Relação intertextual entre o prazer [jouissance] da escritura [écriture] teórico-biográfico-ficcional de Barthes – expressa no uso recorrente do verbo “gostar” como um traço de encontro de prazeres corpóreos com o leitor – e as construções descritivo-poético-sensoriais da persona Adília. Inserção de outros personagens que a poeta reinscreve nos poemas em prosa por meio de jogos de imagens, de palavras e de fragmentos de memória biográfico-poético-ficcional.
ISSN:2316-6134