Crescimento de microalgas em sistema autotrófico estacionário
Com o objetivo de avaliar o crescimento de diferentes microalgas, testou-se nove espécies marinhas (Nannochloropsis oculata, Thalassiosira pseudonana, Phaeodactylum tricornutum, Isochrysis galbana, Tetraselmis suecica, Tetraselmis chuii, Chaetoceros muelleri, Thalassiosira fluviatilis e Isochrysis...
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| Format: | Article |
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| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2011-09-01
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| Series: | Biotemas |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/20838 |
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Com o objetivo de avaliar o crescimento de diferentes microalgas, testou-se nove espécies marinhas (Nannochloropsis oculata, Thalassiosira pseudonana, Phaeodactylum tricornutum, Isochrysis galbana, Tetraselmis suecica, Tetraselmis chuii, Chaetoceros muelleri, Thalassiosira fluviatilis e Isochrysis sp.) e uma de água doce (Chlorella vulgaris), em cul- tivo autotrófico estacionário, utilizando-se recipientes contendo 800mL de meio de cultura, iluminação constante fornecendo densidade de fluxo de fótons nos cultivos em torno de 150?mol m-2.s-1 temperatura de 25± 2oC e aeração constante. O experimento foi conduzido em sala de cul-tivo sob delineamento em blocos casualizados no tempo com três repetições. A espécie Nannochloropsis oculata foi a que apresentou maior valor de densidade celular máxima, porém num período maior de tempo e com uma velocidade de crescimento menor que as demais espécies estudadas. Isto ocorreu, provavelmente, devido ao seu tamanho diminuto das células, necessitando de um número maior de células/mL para que se inicie a competição por luz, nutrientes e espaço. Já a espécie Thalassiosira fluviatilis, apesar de ter apresentado um dos menores valores de densidade celular máxima, esta alcançou o pico em menor tempo e com velocidade de crescimento maior. A única espécie de água doce (Chlorella vulgaris) apresentou baixo desempenho para todas as variáveis analisadas.
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| issn | 0103-1643 2175-7925 |
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| publishDate | 2011-09-01 |
| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| spelling | doaj-art-c8662dcaaf3b46cbb23c0c9410ac64612025-08-20T02:51:06ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaBiotemas0103-16432175-79252011-09-0121210.5007/2175-7925.2008v21n2p715799Crescimento de microalgas em sistema autotrófico estacionárioSilvana Ohse0Roberto Bianchini Derner1Renata Ávila Ozório2Maurício Villela da Costa Braga3Paulo Cunha4Claudia Pavan Lamarca5Márcia Estevão dos Santos6Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Campus UvaranasUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES)Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES)Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES) Com o objetivo de avaliar o crescimento de diferentes microalgas, testou-se nove espécies marinhas (Nannochloropsis oculata, Thalassiosira pseudonana, Phaeodactylum tricornutum, Isochrysis galbana, Tetraselmis suecica, Tetraselmis chuii, Chaetoceros muelleri, Thalassiosira fluviatilis e Isochrysis sp.) e uma de água doce (Chlorella vulgaris), em cul- tivo autotrófico estacionário, utilizando-se recipientes contendo 800mL de meio de cultura, iluminação constante fornecendo densidade de fluxo de fótons nos cultivos em torno de 150?mol m-2.s-1 temperatura de 25± 2oC e aeração constante. O experimento foi conduzido em sala de cul-tivo sob delineamento em blocos casualizados no tempo com três repetições. A espécie Nannochloropsis oculata foi a que apresentou maior valor de densidade celular máxima, porém num período maior de tempo e com uma velocidade de crescimento menor que as demais espécies estudadas. Isto ocorreu, provavelmente, devido ao seu tamanho diminuto das células, necessitando de um número maior de células/mL para que se inicie a competição por luz, nutrientes e espaço. Já a espécie Thalassiosira fluviatilis, apesar de ter apresentado um dos menores valores de densidade celular máxima, esta alcançou o pico em menor tempo e com velocidade de crescimento maior. A única espécie de água doce (Chlorella vulgaris) apresentou baixo desempenho para todas as variáveis analisadas. https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/20838 |
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