Dos defensas del impurismo epistémico = Two defenses of epistemic impurism = Duas defesas do impurismo epistêmico
Uma das bases da tradição epistêmica é a ideia de que interesses práticos não se relacionam com as condições de verdade das sentenças de atribuição do conhecimento. Nomearemos a esta ideia de purismo; e impurismo a tese de que fatores práticos são constitutivos das condições de verdade das sentenças...
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| Format: | Article |
| Language: | deu |
| Published: |
Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS)
2019-01-01
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| Series: | Veritas |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/view/35108/19421 |
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| Summary: | Uma das bases da tradição epistêmica é a ideia de que interesses práticos não se relacionam com as condições de verdade das sentenças de atribuição do conhecimento. Nomearemos a esta ideia de purismo; e impurismo a tese de que fatores práticos são constitutivos das condições de verdade das sentenças de atribuição de conhecimento. Na primeira parte discutiremos a proposta impurista de Heather Douglas, que utiliza a noção de “risco indutivo”. Para isso, esclareceremos o que é o risco indutivo, argumentando como isso requer a ideia de que fatores práticos influenciam a justificação epistêmica. Na segunda parte discutiremos a defesa dos princípios impuristas de “infiltração pragmática”, que são: (a) se um sujeito conhece uma proposição, então essa proposição é apta a figurar como razão prática a esse sujeito; (b) conhecimento varia de acordo com fatores práticos. Na parte final traçaremos algumas conclusões sobre como as duas teses impuristas se relacionam |
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| ISSN: | 0042-3955 1984-6746 |