Qualidade ambiental e promoção de saúde: o que determina a realização de atividades físicas em parques urbanos?
Evidências encontradas em estudos recentes indicam que a oferta de parques urbanos está associada a benefícios na saúde da população local. Um mecanismo proposto para essa questão é que os parques influenciam positivamente a auto percepção de saúde do indivíduo e incentiva a prática de atividade...
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| Main Authors: | , |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2017-07-01
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| Series: | Geosul |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/41830 |
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| Summary: |
Evidências encontradas em estudos recentes indicam que a oferta de parques urbanos está associada a benefícios na saúde da população local. Um mecanismo proposto para essa questão é que os parques influenciam positivamente a auto percepção de saúde do indivíduo e incentiva a prática de atividades físicas. No entanto, estudos que exploram essa associação têm produzido resultados mistos. O objetivo deste estudo, portanto, foi revisar evidências documentadas no Brasil e no mundo que associam parques urbanos como fator de qualidade ambiental com o nível de atividade física da população, e propor a seguinte reflexão: em que extensão os parques compreendem uma chave para a redução do sedentarismo e quais as características determinantes desses locais que atuam como promotoras de saúde através da prática de atividades físicas? Concluiu-se que os parques urbanos trazem benefícios à saúde, mas não garantem por si sós o aumento do nível de atividade física. Muitos outros fatores facilitam ou impedem a utilização dos parques de maneira ativa. Pesquisas nacionais que exploram o tema são extremamente escassas e precisam ser incentivadas no para que haja maior clareza a respeito desse importante papel dos parques urbanos no Brasil.
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| ISSN: | 2177-5230 |