O MITO DA PROSTITUIÇÃO NA ANTIGA MESOPOTÂMIA: UMA DISSOCIAÇÃO DE SEUS RESPECTIVOS “PAPÉIS” DA SEXUALIZAÇÃO

Este artigo dissocia papéis do mito da prostituição na Antiga Mesopotâmia, cuja religião possuía o Matrimônio Sagrado representado na união do rei da Suméria com a en/entu, sumo sacerdotisa de Inanna. Ugbatu era sacerdotisa enclausurada. Nadítu e kulmashîtu eram não-sacerdotisas devotas enclausurada...

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Main Author: Sérgio Aguiar Montalvão
Format: Article
Language:deu
Published: Pontifícia Universidade Católica de Goiás 2020-08-01
Series:Caminhos
Subjects:
Online Access:https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/caminhos/article/view/7573
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Description
Summary:Este artigo dissocia papéis do mito da prostituição na Antiga Mesopotâmia, cuja religião possuía o Matrimônio Sagrado representado na união do rei da Suméria com a en/entu, sumo sacerdotisa de Inanna. Ugbatu era sacerdotisa enclausurada. Nadítu e kulmashîtu eram não-sacerdotisas devotas enclausuradas. Qadishtu e ishtarîtu eram funcionárias de culto do templo. Kezertu era devota de Ishtar solicitada por mulheres da alta sociedade. Shamhatu vinculada à prosperidade e harimtu com renda própria como comerciante sem família estavam nos papéis femininos seculares. Sacerdotes kurgarrû e assinnu caracterizavam a guerra e a beleza masculina. Assim, tais papéis jamais possuíram vínculo com a prostituição.
ISSN:1983-778X