Distribuição espacial da erosividade das chuvas na bacia do rio Manuel Alves da Natividade, Tocantins

O objetivo deste trabalho foi calcular os valores de erosividade e realizar o mapeamento da erosividade mensal e anual das chuvas na Bacia do Rio Manuel Alves da Natividade, região sudeste do estado do Tocantins, com base no interpolador Krigagem ordinária (KO), a partir da avaliação de desempenho d...

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Main Authors: Virgílio Lourenço Silva Neto, Elismar Dias Batista, Wilmar Borges Leal Junior, Zanine Vargas Fabris, Pedro James Almeida Wolney Rodrigues
Format: Article
Language:English
Published: Editora da Universidade Federal de Uberlândia 2020-03-01
Series:Sociedade & Natureza
Subjects:
Online Access:http://www.seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/46182
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institution OA Journals
issn 0103-1570
1982-4513
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spelling doaj-art-c32c5f3d8d75420592894faff4bea6b82025-08-20T02:19:01ZengEditora da Universidade Federal de UberlândiaSociedade & Natureza0103-15701982-45132020-03-013216117510.14393/SN-v32-2020-4618246182Distribuição espacial da erosividade das chuvas na bacia do rio Manuel Alves da Natividade, TocantinsVirgílio Lourenço Silva Neto0Elismar Dias Batista1Wilmar Borges Leal Junior2Zanine Vargas Fabris3Pedro James Almeida Wolney Rodrigues4Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do TocantinsInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do TocantinsInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do TocantinsInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do TocantinsInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do TocantinsO objetivo deste trabalho foi calcular os valores de erosividade e realizar o mapeamento da erosividade mensal e anual das chuvas na Bacia do Rio Manuel Alves da Natividade, região sudeste do estado do Tocantins, com base no interpolador Krigagem ordinária (KO), a partir da avaliação de desempenho dos modelos esférico, exponencial e gaussiano, a partir de dados de precipitação referente ao período de 1983 a 2013. A geoestatística foi aplicada para o mapeamento da erosividade tanto na escala mensal quanto na anual. A erosividade anual apresentou valores entre 8.332 e 9.253 MJ mm ha-1 h-1 ano-1, com auge em dezembro, quando atingiu valores de até 2.170 MJ mm ha-1 h-1 ano-1 por mês. De maio a setembro, a erosividade apresentou valores inferiores ao crítico, tido como 500 MJ mm ha-1 h-1 ano-1 por mês. Foram identificadas três regiões críticas para ações de planejamento visando a conservação do solo e da água: noroeste, norte e central da bacia do rio Manuel Alves da Natividade.http://www.seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/46182hidrologiainterpolaçãoperda de soloprecipitação
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