Variação espaço-temporal do ictioplâncton em praias estuarinas da Baía da Babitonga, Santa Catarina, Brasil
No Brasil, as praias estuarinas são muito pouco estudadas em relação ao ictioplâncton. Nesse contexto, de agosto de 2005 a julho de 2006, foram realizadas coletas mensais, com uma rede de plâncton cônica, com 200 micrômetros de abertura de malha e 40cm de diâmetro da boca, em sete praias estuarinas...
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| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2013-01-01
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| Series: | Biotemas |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/24118 |
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No Brasil, as praias estuarinas são muito pouco estudadas em relação ao ictioplâncton. Nesse contexto, de agosto de 2005 a julho de 2006, foram realizadas coletas mensais, com uma rede de plâncton cônica, com 200 micrômetros de abertura de malha e 40cm de diâmetro da boca, em sete praias estuarinas no setor polihalino da baía da Babitonga, Santa Catarina. Em cada praia foram obtidos dados relativos a temperatura, salinidade, oxigênio dissolvido, pH, clorofila a, e biovolume zooplanctônico. No total foram coletados 54.384 ovos de peixes e 10.576 larvas de peixes, com abundância média geral de 3.114 ovos.100m-3 e 607 larvas.100m-3. Maior abundância de ovos ocorreu de outubro a março e maior abundância de larvas ocorreu de outubro a dezembro e entre fevereiro e abril. Entre as praias, nas intermediárias foi registrada maior abundância de ovos e nas mais externas (mais próximas da barra) foi registrada maior abundância de larvas. Ocorreu o predomínio de larvas das famílias Haemulidae, Engraulidae, Gobiidae, Sciaenidae, Blenniidae, Carangidae e Sparidae, a maioria presentes no período mais quente do ano. A análise das variáveis da coluna d’água, clorofila a, biovolume zooplanctônico e ictioplâncton revelou baixas correlações nos hábitats rasos estudados.
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| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| spelling | doaj-art-c083c3ffef4a4c2b92f33d1ced4a45f92025-08-20T02:51:06ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaBiotemas0103-16432175-79252013-01-0126210.5007/2175-7925.2013v26n2p12919605Variação espaço-temporal do ictioplâncton em praias estuarinas da Baía da Babitonga, Santa Catarina, BrasilJosé Maria Souza-ConceicaoHenry Louis SpachMicheli Duarte de Paula CostaDaliana Bordin No Brasil, as praias estuarinas são muito pouco estudadas em relação ao ictioplâncton. Nesse contexto, de agosto de 2005 a julho de 2006, foram realizadas coletas mensais, com uma rede de plâncton cônica, com 200 micrômetros de abertura de malha e 40cm de diâmetro da boca, em sete praias estuarinas no setor polihalino da baía da Babitonga, Santa Catarina. Em cada praia foram obtidos dados relativos a temperatura, salinidade, oxigênio dissolvido, pH, clorofila a, e biovolume zooplanctônico. No total foram coletados 54.384 ovos de peixes e 10.576 larvas de peixes, com abundância média geral de 3.114 ovos.100m-3 e 607 larvas.100m-3. Maior abundância de ovos ocorreu de outubro a março e maior abundância de larvas ocorreu de outubro a dezembro e entre fevereiro e abril. Entre as praias, nas intermediárias foi registrada maior abundância de ovos e nas mais externas (mais próximas da barra) foi registrada maior abundância de larvas. Ocorreu o predomínio de larvas das famílias Haemulidae, Engraulidae, Gobiidae, Sciaenidae, Blenniidae, Carangidae e Sparidae, a maioria presentes no período mais quente do ano. A análise das variáveis da coluna d’água, clorofila a, biovolume zooplanctônico e ictioplâncton revelou baixas correlações nos hábitats rasos estudados. https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/24118 |
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