COMENTÁRIOS SOBRE A VARIAÇÃO DO COEFICIENTE DE CAPTURABILIDADE EM PESCARIAS DE ESPINHEL DE ANZÓIS

Quando se usa a CPUE como í­­ndice de abundí­¢ncia relativa, torna-se necessária a padronização do esforço de pesca, a fim de se manter constante o coeficiente de capturabilidade. Apesar de os aparelhos de pesca passivos possuí­­rem uma padronização do esforço de pesca í­Â  primeira vista mais simp...

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Main Author: Ségio Luiz dos Santos TUTUI
Format: Article
Language:English
Published: Instituto de Pesca 2018-10-01
Series:Boletim do Instituto de Pesca
Subjects:
Online Access:https://institutodepesca.org/index.php/bip/article/view/681
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Description
Summary:Quando se usa a CPUE como í­­ndice de abundí­¢ncia relativa, torna-se necessária a padronização do esforço de pesca, a fim de se manter constante o coeficiente de capturabilidade. Apesar de os aparelhos de pesca passivos possuí­­rem uma padronização do esforço de pesca í­Â  primeira vista mais simples, sua CPUE depende do comportamento da espécie e de suas respostas í­Â s iscas. Com isto, o coeficiente de capturabilidade pode ser influenciado por vários fatores, com processos tão ou mais elaborados de padronização do esforço quanto os empregados para aparelhos ativos. Neste estudo são discutidos quatro fatores que afetam o coeficiente de capturabilidade dos espinhéis: isca, fatores naturais, fatores tecnológicos e tripulação, demostrando-se que operações de pesca distintas provavelmente não possuam esforços compatí­­veis, mesmo que sejam realizadas pela mesma embarcação, devido í­Â s variações dos fatores analisados. Consequentemente, a CPUE obtida através de informações de captura e esforço da frota comercial não representa de forma realista a abundí­¢ncia relativa das espécies capturadas.
ISSN:1678-2305