O mal-estar em condução simulada: comparação entre simuladores imersivos de direção com plataforma estática e dinâmica

Este artigo tem por objetivo principal avaliar e comparar a sensação de mal-estar dos condutores em simuladores imersivos dinâmicos e estáticos. Para isso, o Simulator Sickness Questionnaire (SSQ) foi aplicado a 36 voluntários (18 homens e 18 mulheres) distribuídos em três faixas etárias (19 a 30;...

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Main Authors: Tânia Batistela Torres, Laísa Braga Kappler, Carlo Framarim, Christine Tessele Nodari, Ana Margarita Larranaga Uriarte
Format: Article
Language:English
Published: Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET) 2025-08-01
Series:Transportes
Subjects:
Online Access:https://revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2744
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Description
Summary:Este artigo tem por objetivo principal avaliar e comparar a sensação de mal-estar dos condutores em simuladores imersivos dinâmicos e estáticos. Para isso, o Simulator Sickness Questionnaire (SSQ) foi aplicado a 36 voluntários (18 homens e 18 mulheres) distribuídos em três faixas etárias (19 a 30; 31 a 60; e maior que 60 anos) que foram submetidos à experiência de condução simulada. A severidade de sintomas de mal-estar em condução simulada foi obtida para o SSQ e para a sua versão adaptada à realidade virtual – Virtual Reality Sickness Questionnaire, VRSQ – permitindo comparação das duas abordagens. A análise dos resultados usando ANOVA indica que simuladores estáticos causam maior severidade de mal-estar que os dinâmicos. Enquanto a aplicação do SSQ permitiu a identificação de sintomas oculomotores que afetam os condutores nos dois tipos de plataforma, a aplicação do VRSQ permitiu identificar também sintomas de desorientação.
ISSN:2237-1346