Dimensões vitalizantes da presença e o lugar do prazer no encontro analítico

No campo da psicanálise, a dor é comumente entendida como motor de transformação, em detrimento do prazer. Há, porém, psicanalistas que destacam que experiências prazerosas também podem gerar desenvolvimento, configurando-se como vetores de vitalização. Winnicott, Ferro, Civitarese, Anne Alvarez, Bo...

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Main Authors: Fátima Flórido Cesar, Marina Ferreira da Rosa Ribeiro
Format: Article
Language:English
Published: Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental 2025-06-01
Series:Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-47142025000100401&lng=pt&tlng=pt
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Summary:No campo da psicanálise, a dor é comumente entendida como motor de transformação, em detrimento do prazer. Há, porém, psicanalistas que destacam que experiências prazerosas também podem gerar desenvolvimento, configurando-se como vetores de vitalização. Winnicott, Ferro, Civitarese, Anne Alvarez, Bollas e Rachael Peltz são alguns deles, com os quais nos alinhamos e dialogamos neste artigo. Nossa proposta é apresentar e dialogar com as ideias dos autores referidos que contribuem para a compreensão do termo vitalização no processo analítico e suas possíveis conexões com o prazer.
ISSN:1984-0381