Todo mundo tem pereba: ensaio sobre a arte e a construção sócio-cultural das subjetividades
Nesse artigo tento desenvolver uma interpretação do papel que a canção “Ciranda da Bailarina”, de Edu Lobo e Chico Buarque, assumiu nesse momento do desenvolvimento da minha filha de quatro anos. Do “estranhamento” desse caso, que me é familiar, em mais de um sentido, procurei tecer comentários sob...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2012-06-01
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| Series: | Zero-a-seis |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/23390 |
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| Summary: | Nesse artigo tento desenvolver uma interpretação do papel que a canção “Ciranda da Bailarina”, de Edu Lobo e Chico Buarque, assumiu nesse momento do desenvolvimento da minha filha de quatro anos. Do “estranhamento” desse caso, que me é familiar, em mais de um sentido, procurei tecer comentários sobre o diálogo que na nossa cultura estabelecemos com a canção, em particular, e a arte, em geral, na construção das nossas subjetividades. Em seguida, explorei outra face da mesma questão a partir do olhar de bailarinos profissionais do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro sobre sua profissão, sua arte, a disciplina de treinamento e cuidados com o corpo e, claro, a “Ciranda da Bailarina”.
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| ISSN: | 1980-4512 |