Juventude e restaurantes fast food: a dura face do trabalho flexível

Neste estudo analisa-se como se operam as relações de trabalho no mundo juvenil a partir das experiências relatadas por trabalhadores e trabalhadoras da rede de restaurantes fast food McDonald’s na cidade de Florianópolis, no período entre 2000 e 2007. Constatou-se que o sistema de produção e servi...

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Main Authors: Sílvia Maria Fávero Arend, Antero Maximiliano Dias dos Reis
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2009-01-01
Series:Revista Katálysis
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/11875
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Description
Summary:Neste estudo analisa-se como se operam as relações de trabalho no mundo juvenil a partir das experiências relatadas por trabalhadores e trabalhadoras da rede de restaurantes fast food McDonald’s na cidade de Florianópolis, no período entre 2000 e 2007. Constatou-se que o sistema de produção e serviço vigente nesse setor é regido por estratégias idealizadas tanto no fordismo quanto no toyotismo. Este sistema fast food procura forjar um determinado tipo de trabalhador, entendido como “multifuncional”, “intercambiável” e “descartável” na medida em que, sob o eufemismo da flexibilização, utiliza-o na quantidade, no lugar e pelo tempo desejado. Para tanto, desenvolve um treinamento específico em que a alta rotatividade destes atendentes não inviabiliza o negócio de restaurantes de comidas rápidas.
ISSN:1414-4980
1982-0259