O Sextante de Horizonte Artificial de Gago Coutinho: A génese Marítima da Navegação Aérea

Em 1922 foi realizada, por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, a primeira travessia aérea do Atlântico Sul. O sucesso da viagem deveu-se ao facto de terem sido usados, pela primeira vez, métodos astronómicos de navegação, adaptados da navegação marítima. Para a sua aplicação, tornava-se necessário medi...

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Main Authors: António Costa Canas, Magda Ramires Marabujo, Teresa Sousa
Format: Article
Language:Spanish
Published: Marinha do Brasil 2019-12-01
Series:Navigator
Subjects:
Online Access:https://www.revistanavigator.com.br/navig30/art/N30_art3.pdf
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Summary:Em 1922 foi realizada, por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, a primeira travessia aérea do Atlântico Sul. O sucesso da viagem deveu-se ao facto de terem sido usados, pela primeira vez, métodos astronómicos de navegação, adaptados da navegação marítima. Para a sua aplicação, tornava-se necessário medir alturas de astros, de modo a estimar, com rigor, a posição da aeronave. O sextante usado na navegação marítima nem sempre podia ser usado na navegação aérea, dada a dificuldade em observar a linha do horizonte a altitudes elevadas. Para colmatar esta dificuldade, Gago Coutinho desenvolveu um sextante de horizonte artificial o qual lhe permitia observar a altura de um astro em situações em que o horizonte de mar não era visível, por exemplo, em caso de má visibilidade ou de altitude elevada da aeronave. Este artigo tem por objetivo apresentar o sextante desenvolvido por Gago Coutinho.
ISSN:0100-1248
0100-1248