Uso de um questionário de autopercepção para triagem das habilidades auditivas em crianças com disfonia comportamental
RESUMO Objetivo Discutir o uso de um questionário de autopercepção das habilidades auditivas em crianças com disfonia comportamental e compará-lo com a percepção de sintomas auditivos e vocais e com o desempenho em testes temporais do processamento auditivo. Método Participaram 17 crianças, 6 a 10...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
2025-02-01
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| Series: | CoDAS |
| Subjects: | |
| Online Access: | http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2317-17822025000200308&lng=pt&tlng=pt |
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| Summary: | RESUMO Objetivo Discutir o uso de um questionário de autopercepção das habilidades auditivas em crianças com disfonia comportamental e compará-lo com a percepção de sintomas auditivos e vocais e com o desempenho em testes temporais do processamento auditivo. Método Participaram 17 crianças, 6 a 10 anos, com diagnóstico de disfonia comportamental. Perda auditiva periférica, alterações visuais graves, de linguagem ou transtornos do neurodesenvolvimento foram excluídas. O Questionário de Sintomas Vocais Pediátrico (QSV-P) e o Questionário de autopercepção das habilidades auditivas (QAPAC) – inserido no programa de triagem das habilidades auditivas AudBility – ambos em versões autoavaliação e parental, avaliação audiológica básica e os testes temporais Detecção de Intervalo Aleatório (RGDT) e Padrão de Frequência (TPF) foram aplicados. As respostas dos pais e crianças nos questionários foram comparadas e foi mensurado o grau de correlação entre o QAPAC e o QSV-P, bem como entre os questionários e testes temporais. Resultados A média de escore no QAPAC na versão de autoavaliação foi 45,5±7,4, com sete (41,2%) crianças abaixo do critério de risco para o Transtorno do processamento auditivo (TPAC). O escore médio da versão parental foi 39,5±10,5, com 11 (64,7%) respostas alteradas. O escore médio dos pais foi pior em relação ao das crianças (p<0,005). Houve forte correlação entre as versões de autoavaliação do QAPAC e QSV-P (r= 0,671) e versões parentais (r= 0,722). Foi observado pior desempenho da orelha esquerda em relação a orelha direita no TPF (p<0,005) e correlação moderada entre o QAPAC e o TPF na orelha esquerda na etapa de imitação (r= 0,597). Conclusão O uso do QAPAC demonstrou válida contribuição para compor um protocolo inicial de avaliação da voz em crianças com disfonia comportamental. |
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| ISSN: | 2317-1782 |