Tumores parafaríngeos - Da clínica ao diagnóstico
Introdução: Os tumores parafaríngeos são raros, representando 0,5% dos tumores de cabeça e pescoço. A maioria (80%) é benigna. Os tumores primitivos do espaço parafaríngeo correspondem a 90% dos casos (entre 40% a 50% com origem em glândulas salivares; entre 25% a 40% com origem neurogénica). São n...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Portuguese Society of Otolaryngology and Head and Neck Surgery
2016-03-01
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| Series: | Revista Portuguesa Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/3034 |
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| Summary: | Introdução: Os tumores parafaríngeos são raros, representando 0,5% dos tumores de cabeça e pescoço. A maioria (80%) é benigna. Os tumores primitivos do espaço parafaríngeo correspondem a 90% dos casos (entre 40% a 50% com origem em glândulas salivares; entre 25% a 40% com origem neurogénica). São na fase inicial assintomáticos, sendo o diagnóstico feito quando as dimensões ascendem aos 3cm, manifestando-se por uma massa orofaríngea ou cervical. A apresentação clínica é semelhante independentemente do tipo histológico.
Material e Métodos: Revimos a literatura e relatamos 3 de entre os casos operados no Serviço Otorrinolaringologia do Hospital Garcia de Orta.
Resultados: Os casos revistos ilustram as etiologias mais frequentes (adenoma pleomórfico, schwannoma e paraganglioma), que são clínica e imagiologicamente semelhantes.
Discussão e conclusões: Contudo, uma análise cuidada da topografia da lesão no exame objectivo e os aspectos sugestivos na Tomografia Computorizada e na Ressonância Magnética, permitem um planeamento cirúrgico com vista à exerése completa da lesão e ao diagnóstico histopatológico definitivo.
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| ISSN: | 2184-6499 |