MAIS DINHEIRO É MAIS EDUCAÇÃO? UMA ANÁLISE DO GASTO EM EDUCAÇÃO DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

A C/88 traz aos entes federados um regime de colaboração e divisão dos custos operacionais do sistema de educação nacional. Cabe aos municípios atuar prioritariamente na educação infantil e no ensino fundamental, destinando o mínimo de 25% de suas receitas para financiar a oferta do ensino. Com o i...

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Main Authors: Ana Beatriz Severo Xavier, Vitor de Morais Peixoto
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 2019-12-01
Series:Tópicos Educacionais
Subjects:
Online Access:https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/topicoseducacionais/article/view/242908
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issn 2448-0215
language English
publishDate 2019-12-01
publisher Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
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spelling doaj-art-b0d69a193f8347759d8ee94af46aeeb32025-08-20T01:52:15ZengUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)Tópicos Educacionais2448-02152019-12-0124210.51359/2448-0215.2018.242908MAIS DINHEIRO É MAIS EDUCAÇÃO? UMA ANÁLISE DO GASTO EM EDUCAÇÃO DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROSAna Beatriz Severo Xavier0https://orcid.org/0000-0001-5725-0201Vitor de Morais Peixoto1Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy RibeiroUniversidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro- UENF A C/88 traz aos entes federados um regime de colaboração e divisão dos custos operacionais do sistema de educação nacional. Cabe aos municípios atuar prioritariamente na educação infantil e no ensino fundamental, destinando o mínimo de 25% de suas receitas para financiar a oferta do ensino. Com o intuito de melhorar o financiamento educacional foi instituído o FUNDEB, um fundo contábil de recursos destinados aos municípios. O principal objetivo deste trabalho foi o de analisar a relação entre o desempenho dos municípios no IDEB, e os recursos repassados para os municípios.  Para tal, a empreitada utilizou indicadores político-eleitorais, de desempenho da educação, valores gastos em educação, e os valores repassados pelo fundo. Os principais achados deste trabalho foram o de que a qualidade da educação tem melhorado, embora ainda marcado pelas diferenças regionais. O volume de recursos destinados à educação também tem sido ampliado. Ao lado disso, há uma relação entre maior volume de gasto e melhor desempenho nos indicadores educacionais. Por fim, o modelo multidimensional comprovou que o gasto por aluno tem impacto positivo e estatisticamente significantes na qualidade da educação, mensurada por meio do IDEB, para os anos iniciais do ensino fundamental; porém para os anos finais não se mostrou estatisticamente significante.     https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/topicoseducacionais/article/view/242908FUNDEBFinanciamento da EducaçãoPartidos PolíticosMunicípios e IDEB
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