Proficiência em língua inglesa de estudantes afirmativos na pós-graduação sob a perspectiva do inédito-viável de Freire
A proficiência ou, pelo menos, a competência em leitura em língua estrangeira (predominantemente a inglesa) é uma das exigências para o ingresso em cursos de pós-graduação. Esse requisito pode se tornar uma barreira para estudantes que ingressaram por cotas raciais e sociais, devido ao ensino de in...
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| Main Authors: | , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul
2025-08-01
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| Series: | Contexto & Educação |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/16704 |
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| author | Kamila Mendes da Silva Rafael Vetromille-Castro |
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| collection | DOAJ |
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A proficiência ou, pelo menos, a competência em leitura em língua estrangeira (predominantemente a inglesa) é uma das exigências para o ingresso em cursos de pós-graduação. Esse requisito pode se tornar uma barreira para estudantes que ingressaram por cotas raciais e sociais, devido ao ensino de inglês ser um privilégio para poucos na sociedade. O objetivo geral do presente artigo é refletir e dialogar sobre a proficiência em língua inglesa de estudantes de pós-graduação ingressantes por ações afirmativas nas universidades federais (estudantes afirmativos) além de problematizar o uso e/ou a falta de uso da língua inglesa. Para isso, iniciamos discutindo sobre o processo de internacionalização do ensino superior (Knight, 2004) e de como a língua inglesa é requerida. Passamos, então, a discutir sobre a primazia da língua inglesa em detrimento de outras línguas como uma forte evidência da colonialidade e da modernidade ((Mignolo, 2019; Quijano, 1993; Quintero; Figueira; Elizalde, 2019). Por fim, abrimos diálogo sobre como superar essas barreiras através de uma perspectiva do inédito-viável de Paulo Freire (1992). Concluímos que ao pensar, querer e agir frente a uma situação-limite, podemos dar início a um projeto decolonial, desnaturalizando o que está naturalizado e dialogando coletivamente em busca de alternativas para transformar o problema.
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| institution | Kabale University |
| issn | 0102-8758 2179-1309 |
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| publishDate | 2025-08-01 |
| publisher | Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul |
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| series | Contexto & Educação |
| spelling | doaj-art-af07ac0b5cb241e3948f2189ac15a7cd2025-08-20T03:59:32ZengUniversidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do SulContexto & Educação0102-87582179-13092025-08-014012210.21527/2179-1309.2025.122.16704Proficiência em língua inglesa de estudantes afirmativos na pós-graduação sob a perspectiva do inédito-viável de FreireKamila Mendes da Silva0https://orcid.org/0000-0003-1428-2937Rafael Vetromille-Castro1https://orcid.org/0000-0003-3672-2390Universidade Federal de Pelotas – UFPELUniversidade Federal de Pelotas – UFPEL A proficiência ou, pelo menos, a competência em leitura em língua estrangeira (predominantemente a inglesa) é uma das exigências para o ingresso em cursos de pós-graduação. Esse requisito pode se tornar uma barreira para estudantes que ingressaram por cotas raciais e sociais, devido ao ensino de inglês ser um privilégio para poucos na sociedade. O objetivo geral do presente artigo é refletir e dialogar sobre a proficiência em língua inglesa de estudantes de pós-graduação ingressantes por ações afirmativas nas universidades federais (estudantes afirmativos) além de problematizar o uso e/ou a falta de uso da língua inglesa. Para isso, iniciamos discutindo sobre o processo de internacionalização do ensino superior (Knight, 2004) e de como a língua inglesa é requerida. Passamos, então, a discutir sobre a primazia da língua inglesa em detrimento de outras línguas como uma forte evidência da colonialidade e da modernidade ((Mignolo, 2019; Quijano, 1993; Quintero; Figueira; Elizalde, 2019). Por fim, abrimos diálogo sobre como superar essas barreiras através de uma perspectiva do inédito-viável de Paulo Freire (1992). Concluímos que ao pensar, querer e agir frente a uma situação-limite, podemos dar início a um projeto decolonial, desnaturalizando o que está naturalizado e dialogando coletivamente em busca de alternativas para transformar o problema. https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/16704Proficiência em inglêsInternacionalizaçãoDecolonialidadeInédito-viável |
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