Prevalência de traumatismos alvéolo-dentários na clínica de urgência odontopediátrica de FO.UFRGS

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de traumatismos alvéolo-dentários em crianças que procuraram atendimento no Curso de Extensão Universitária de Urgência em Odontopediatria da FO-UFRGS no período de abril de 1999 a dezembro de 2000. A amostra consistiu de 129 crianças, sendo 80 (62,0...

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Main Authors: Ramiro Borba Porto, Jeane Soares Amorim de Freitas, Márcia Regina Soares Cruz, Ana Eliza Lemes Bressani, Juliana Sarmento Barata, Fernando Borba de Araujo
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Odontologia 2003-06-01
Series:Revista da Faculdade de Odontologia de Porto Alegre
Subjects:
Online Access:https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/management/settings/website/index.php/RevistadaFaculdadeOdontologia/article/view/103218
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Summary:O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de traumatismos alvéolo-dentários em crianças que procuraram atendimento no Curso de Extensão Universitária de Urgência em Odontopediatria da FO-UFRGS no período de abril de 1999 a dezembro de 2000. A amostra consistiu de 129 crianças, sendo 80 (62,01%) do sexo masculino e 49 (37,99%) do sexo feminino, com idade de 0 a 14 anos. A faixa etária mais acometida por traumatismo em dentes decíduos foi a de 2-4 anos, enquanto que, em permanentes, foi a de 8-10 anos. Os traumatismos dos tecidos de sustentação foram os mais prevalentes na dentição decídua (79,64%), predominando a intrusão (35,55%) e a luxação lateral (27,77%). Já com relação aos dentes permanentes, a prevalência maior foi de injúrias traumáticas aos tecidos duros (59,25%), sendo de maior ocorrência a fratura coronária sem exposição pulpar (70,83%), seguida da fratura coronária com exposição pulpar (22,91%). Em relação aos procedimentos clínicos adotados para o atendimento emergencial, a conduta mais prevalente foi a orientação, tanto para dentes decíduos (72,56%), quanto para permanentes (27,16%). A restauração (25,92%) foi o segundo procedimento clínico mais prevalente para dentes permanentes e a exodontia (13,27%) para os dentes decíduos traumatizados.
ISSN:0566-1854
2177-0018