Uma leitura de La folie du jour, de Maurice Blanchot
Este artigo analisa a narrativa La folie du jour, de Maurice Blanchot, a partir de pontos relevantes do próprio autor em sua concepção de literatura, a saber: a noção de gênero textual, a questão do fragmento, a diferença entre os termos dia e noite, a ideia do neutro, a particularidade do outro e,...
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2014-06-01
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| Series: | Outra Travessia |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/39260 |
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|---|---|
| author | Davi Pimentel |
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Este artigo analisa a narrativa La folie du jour, de Maurice Blanchot, a partir de pontos relevantes do próprio autor em sua concepção de literatura, a saber: a noção de gênero textual, a questão do fragmento, a diferença entre os termos dia e noite, a ideia do neutro, a particularidade do outro e, por fim, a questão do feminino, que está relacionada à questão da autoria. Além do diálogo entre os textos ficcionais e ensaísticos de Blanchot, este artigo tem como pressuposto teórico textos de Jacques Derrida, Emmanuel Levinas e Christophe Bident. Da leitura da narrativa de Blanchot, constata-se que a ideia de literatura presente em seu texto não difere da ideia de literatura que se apresenta em seus ensaios críticos, não havendo, portanto, espaços separados de escrita, mas apenas uma escrita blanchotiana.
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| format | Article |
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| issn | 1807-5002 2176-8552 |
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| publishDate | 2014-06-01 |
| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| series | Outra Travessia |
| spelling | doaj-art-abebdaca44db434891d358a1a2e3f17c2025-08-20T02:10:49ZporUniversidade Federal de Santa CatarinaOutra Travessia1807-50022176-85522014-06-011810.5007/2176-8552.2015n18p17123877Uma leitura de La folie du jour, de Maurice BlanchotDavi Pimentel0UFF Este artigo analisa a narrativa La folie du jour, de Maurice Blanchot, a partir de pontos relevantes do próprio autor em sua concepção de literatura, a saber: a noção de gênero textual, a questão do fragmento, a diferença entre os termos dia e noite, a ideia do neutro, a particularidade do outro e, por fim, a questão do feminino, que está relacionada à questão da autoria. Além do diálogo entre os textos ficcionais e ensaísticos de Blanchot, este artigo tem como pressuposto teórico textos de Jacques Derrida, Emmanuel Levinas e Christophe Bident. Da leitura da narrativa de Blanchot, constata-se que a ideia de literatura presente em seu texto não difere da ideia de literatura que se apresenta em seus ensaios críticos, não havendo, portanto, espaços separados de escrita, mas apenas uma escrita blanchotiana. https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/39260 |
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