Eros: do espetáculo ao erotismo que ainda aguarda um espectador

O artigo analisa o filme Eros, de 2024, dirigido por Rachel Daysi. O filme é feito a partir da montagem de imagens captadas com a constituição de um dispositivo: a diretora pediu a pessoas que filmassem suas “intimidades” em motéis. Busca-se mostrar como o filme revela as mutações contemporâneas da...

Full description

Saved in:
Bibliographic Details
Main Authors: Artur Seidel, Maria Bogado
Format: Article
Language:English
Published: Universidade de São Paulo 2024-03-01
Series:Significação: Revista de Cultura Audiovisual
Subjects:
Online Access:https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/226856
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
Description
Summary:O artigo analisa o filme Eros, de 2024, dirigido por Rachel Daysi. O filme é feito a partir da montagem de imagens captadas com a constituição de um dispositivo: a diretora pediu a pessoas que filmassem suas “intimidades” em motéis. Busca-se mostrar como o filme revela as mutações contemporâneas da noção de intimidade, bem como os limites entre as imagens amadoras da vida privada e o espetáculo. Além do mais, enfatiza-se como, em Eros, o gênero feminino funciona como um elemento que desestabiliza certa hierarquia da distribuição dos olhares e o modo de elaboração de dispositivos no documentário brasileiro recente.
ISSN:1516-4330
2316-7114