TRATAMENTO CIRÚRGICO DO HÁLUX RÍGIDO POR VIA PERCUTÂNEA

Objetivo: Realizar uma avaliação retrospectiva dos casos de pacientes portadores de hálux rígido graus 1 e 2, operados utilizando das técnicas cirúrgicas de osteotomias de Watermann, Moberg e queilectomia, todas por técnica minimamente invasiva. Além disso, este trabalho visa avaliar os parâmetros...

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Main Authors: Luiz Carlos Ribeiro Lara, Glaucia Bordignon, Lara Furtado Lancia, Frederico Pinheiro de Lima, Nivea Ribeiro Xavier, Letícia Tondato da Silva Costa, Victor Candiotto Luders, Luiz Felipe Guimarães Montello, Natália de Paula Buzzo, Gabriela Abrahao Rosa Vaz
Format: Article
Language:English
Published: Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé - ABTPé 2025-04-01
Series:Journal of the Foot & Ankle
Online Access:https://jfootankle.com/JournalFootAnkle/article/view/1842
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Description
Summary:Objetivo: Realizar uma avaliação retrospectiva dos casos de pacientes portadores de hálux rígido graus 1 e 2, operados utilizando das técnicas cirúrgicas de osteotomias de Watermann, Moberg e queilectomia, todas por técnica minimamente invasiva. Além disso, este trabalho visa avaliar os parâmetros clínicos e funcionais no pré e no pós-operatório, utilizando o questionário AOFAS e escala visual analógica (EVA). Métodos: Foram operados 25 pacientes, 28 pés, portadores de hálux rígido grau 1 e 2, no período julho de 2014 a dezembro de 2023. Os questionários AOFAS E EVA foram aplicados e as informações colhidas em consulta pré-operatória e no pós-operatório, com um tempo mínimo de 6 meses de seguimento. Resultados: O índice AOFAS encontrado em nosso estudo foi de 41,18 (±12,45) no pré-operatório, para 80,71 (±12,01) no pós-operatório, com uma variação média de 39,53 (±14,68) (p<0.001). A EVA pré-operatório foi de 7,61 (±2,29) para 2,68 (±2,86) no pós-operatório, com variação média de 4,92 (±3,75) (p<0.001). Conclusão: Os valores encontrados neste estudo de AOFAS e EVA pós-operatórios mostraram significância quando comparados com os valores pré-operatórios, o que corrobora com o fato de que a técnica cirúrgica percutânea de queilectomia associada a Moberg e Waterman é segura e confiável para o tratamento de Hálux Rígido grau 1 e 2 quando bem indicada. Palavras-chave: Hálux Rígido; Hallux Rigidus; Cirurgia minimamente invasiva; Hálux Limitus; Hallux Limitus  Nível de evidência: IV; Série de casos
ISSN:2675-2980