Análise ecotoxicológica em viveiro de carcinicultura de água doce, utilizando o cladócero Ceriodaphnia dubia como organismo-teste
Devido ao aumento do consumo e í diminuição dos estoques pesqueiros, a aquicultura sofreu um grande incremento nos últimos anos. A produção do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii cresceu com a utilização de sistemas intensivos, que geram mais matéria orgí¢nica, podendo levar í eut...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Instituto de Pesca
2018-11-01
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| Series: | Boletim do Instituto de Pesca |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://institutodepesca.org/index.php/bip/article/view/899 |
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| Summary: | Devido ao aumento do consumo e í diminuição dos estoques pesqueiros, a aquicultura sofreu um grande incremento nos últimos anos. A produção do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii cresceu com a utilização de sistemas intensivos, que geram mais matéria orgí¢nica, podendo levar í eutrofização do ambiente. Atualmente, a atividade precisa ser sustentável do ponto de vista econômico, social e ambiental. Neste sentido, a resolução CONAMA 357, de 2005, propõe a utilização de ensaios ecotoxicológicos para o controle da qualidade de efluentes lançados nos corpos hídricos. O objetivo do presente trabalho foi realizar ensaios ecotoxicológicos em amostras de água provenientes da atividade de carcinicultura de água doce, utilizando o cladócero Ceriodaphnia dubia como organismo-teste. As amostragens foram realizadas, mensalmente, durante seis meses, em um empreendimento de cultivo do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii. Os pontos de amostragem foram distribuídos de forma a cobrir todo o fluxo hídrico, ou seja, desde o abastecimento do sistema (afluente), passando pelo viveiro de cultivo, pelo efluente e por seu lançamento no corpo receptor. Todos os pontos de amostragem apresentaram resultados de toxicidade (aguda ou crônica). A diluição do efluente, considerando-se uma média de todas as coletas, apresentou CENO de 50%, CEO de 100% e CI50:168h de 56,62%. As variáveis físicas e químicas foram também analisadas e comparadas com os resultados de toxicidade.
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| ISSN: | 1678-2305 |