Presença de familiares durante a indução anestésica de crianças: Revisão da literatura

Na indução anestésica a criança pode ficar agitada, aumentando o risco de apneia e de laringoespasmo. A presença do pai/mãe pode diminuir a ansiedade e melhorar a cooperação. Objetivo: Identificar, na literatura, os aspectos positivos e negativos que aexperiência em presenciar a indução nestésica d...

Full description

Saved in:
Bibliographic Details
Main Authors: Silvana Menezes, Lilian D’Angelo Tomazinho
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Zeppelini Publishers 2014-06-01
Series:Revista SOBECC
Subjects:
Online Access:https://revista.sobecc.org.br/sobecc/article/view/64
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
Description
Summary:Na indução anestésica a criança pode ficar agitada, aumentando o risco de apneia e de laringoespasmo. A presença do pai/mãe pode diminuir a ansiedade e melhorar a cooperação. Objetivo: Identificar, na literatura, os aspectos positivos e negativos que aexperiência em presenciar a indução nestésica de crianças pode conferir aos familiares, à própria criança e aos profissionais de centro cirúrgico. Método: Revisão de literatura, na qual foram utilizados artigos científicos publicados de 1989 a 2012, indexados nas bases de dados National Library of Medicine (MEDLINE) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), com os descritores ‘pais and criança and centros de cirurgia’. Resultados: As experiências de permitir a entrada dos pais na sala de indução anestésica mostram que ocorre uma redução da ansiedade das crianças e dos pais, e menor  ecessidade de restrição física. Com relação aos profissionais, existe uma melhor relação enfermeiro-paciente, embora alguns profissionais apresentem ansiedade com relação ao seu desempenho, além de inconvenientes relacionados a recursos humanos necessários para a implantação desta prática. Considerações Finais: Em virtude dos benefícios decorrentes da adoção dessa prática, este trabalho mostra a importância de viabilizar, cada vez mais, a presença dos pais durante a indução anestésica de crianças. 
ISSN:1414-4425
2358-2871