Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular

Com o propósito de verificar a influência da hipermobilidade condilar sobre sintomas de Disfunção Craniomandibular (DCM), foram analisados 49 pacientes (P) com queixas de DCM (43F e 6M com idades entre 11-56, média de 32 anos) e 31 indivíduos de controle (C) sem queixas (22F e 9M com idades entre 17...

Full description

Saved in:
Bibliographic Details
Main Authors: Marta Solange Rampani Duarte, Luiz Cesar de Moraes, Julio Cezar de Mello Castilho, Mari Eli Leonelli de Moraes
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Estadual Paulista 2010-07-01
Series:Brazilian Dental Science
Online Access:https://ojs.ict.unesp.br/index.php/cob/article/view/133
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
_version_ 1849228743918223360
author Marta Solange Rampani Duarte
Luiz Cesar de Moraes
Julio Cezar de Mello Castilho
Mari Eli Leonelli de Moraes
author_facet Marta Solange Rampani Duarte
Luiz Cesar de Moraes
Julio Cezar de Mello Castilho
Mari Eli Leonelli de Moraes
author_sort Marta Solange Rampani Duarte
collection DOAJ
description Com o propósito de verificar a influência da hipermobilidade condilar sobre sintomas de Disfunção Craniomandibular (DCM), foram analisados 49 pacientes (P) com queixas de DCM (43F e 6M com idades entre 11-56, média de 32 anos) e 31 indivíduos de controle (C) sem queixas (22F e 9M com idades entre 17-54, média de 34 anos) com hipermobilidadecondilar. Por intermédio de radiografias transcranianas foi medido o grau de translação dos côndilos em relação ao tubérculo articular, encontrando a média de 9,00mm de projeção além deste referencial anatômico. Deste modo, cada grupo pôde ser subdividido em dois outros: aqueles que não ultrapassavam o valor médio de 9,0mm (grupo I) e os que o faziam (grupo II). Os grupos foram então comparados em relação à presença de outros fatores considerados etiológicos de DCM: sintomas de estresse, alterações sistêmicas, hábitos parafuncionais, trauma, hipermobilidade articular geral e maloclusão. Resultados e conclusões: a) pacientes com queixas de DCM apresentaram, com significância estatística, mais sintomas relacionados ao estresse, mais alterações sistêmicas e hábitos parafuncionais; b) o grau de hipermobilidade condilar não influenciou os sintomas de DCM, no entanto, quando exacerbado e associado a outros fatores pareceu aumentar a predisposição à disfunção.
format Article
id doaj-art-a4eba52537a844d0947507a27a476a0e
institution Kabale University
issn 2178-6011
language English
publishDate 2010-07-01
publisher Universidade Estadual Paulista
record_format Article
series Brazilian Dental Science
spelling doaj-art-a4eba52537a844d0947507a27a476a0e2025-08-22T17:34:21ZengUniversidade Estadual PaulistaBrazilian Dental Science2178-60112010-07-014310.14295/bds.2001.v4i3.133Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibularMarta Solange Rampani DuarteLuiz Cesar de MoraesJulio Cezar de Mello CastilhoMari Eli Leonelli de MoraesCom o propósito de verificar a influência da hipermobilidade condilar sobre sintomas de Disfunção Craniomandibular (DCM), foram analisados 49 pacientes (P) com queixas de DCM (43F e 6M com idades entre 11-56, média de 32 anos) e 31 indivíduos de controle (C) sem queixas (22F e 9M com idades entre 17-54, média de 34 anos) com hipermobilidadecondilar. Por intermédio de radiografias transcranianas foi medido o grau de translação dos côndilos em relação ao tubérculo articular, encontrando a média de 9,00mm de projeção além deste referencial anatômico. Deste modo, cada grupo pôde ser subdividido em dois outros: aqueles que não ultrapassavam o valor médio de 9,0mm (grupo I) e os que o faziam (grupo II). Os grupos foram então comparados em relação à presença de outros fatores considerados etiológicos de DCM: sintomas de estresse, alterações sistêmicas, hábitos parafuncionais, trauma, hipermobilidade articular geral e maloclusão. Resultados e conclusões: a) pacientes com queixas de DCM apresentaram, com significância estatística, mais sintomas relacionados ao estresse, mais alterações sistêmicas e hábitos parafuncionais; b) o grau de hipermobilidade condilar não influenciou os sintomas de DCM, no entanto, quando exacerbado e associado a outros fatores pareceu aumentar a predisposição à disfunção. https://ojs.ict.unesp.br/index.php/cob/article/view/133
spellingShingle Marta Solange Rampani Duarte
Luiz Cesar de Moraes
Julio Cezar de Mello Castilho
Mari Eli Leonelli de Moraes
Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular
Brazilian Dental Science
title Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular
title_full Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular
title_fullStr Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular
title_full_unstemmed Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular
title_short Hipermobilidade da ATM como fator etiológico de disfunção craniomandibular
title_sort hipermobilidade da atm como fator etiologico de disfuncao craniomandibular
url https://ojs.ict.unesp.br/index.php/cob/article/view/133
work_keys_str_mv AT martasolangerampaniduarte hipermobilidadedaatmcomofatoretiologicodedisfuncaocraniomandibular
AT luizcesardemoraes hipermobilidadedaatmcomofatoretiologicodedisfuncaocraniomandibular
AT juliocezardemellocastilho hipermobilidadedaatmcomofatoretiologicodedisfuncaocraniomandibular
AT marielileonellidemoraes hipermobilidadedaatmcomofatoretiologicodedisfuncaocraniomandibular