Violência dirigida a pessoas com demência: Intervenção de Enfermagem
Introdução: A “violência doméstica” é definida como qualquer comportamento, ou ausência dele, que inflija sofrimento. Realizado direta ou indiretamente, com ou sem intenção, por qualquer meio em relação a outro membro da família. Objetivo: Descrever o processo de tomada de decisão em Enfermagem, fa...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia - RACS
2025-04-01
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| Series: | RevSALUS |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revsalus.com/index.php/RevSALUS/article/view/963 |
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| Summary: | Introdução: A “violência doméstica” é definida como qualquer comportamento, ou ausência dele, que inflija sofrimento. Realizado direta ou indiretamente, com ou sem intenção, por qualquer meio em relação a outro membro da família. Objetivo: Descrever o processo de tomada de decisão em Enfermagem, face às necessidades de um cliente com demência, vítima de violência. Metodologia: Estudo de caso, exploratório-descritivo (em contexto académico), relativo à aplicação de um programa de intervenção, em contexto comunitário, a um cliente com demência, vítima de violência. Resultados e Discussão: Mulher de 82 anos, reformada, casada, mãe de dois filhos. Acompanhada em contexto comunitário por depressão. Após avaliação, é sugestivo de apresentar demência, é independente nas Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVIDs), embora apresente dependência ligeira para realizar as Atividades de Vida Diária (AVDs). Compromisso da relação conjugal por conflitualidade e violência entre ambos. A intervenção colaborativa contemplou diferentes estratégias dirigidas à cliente e à família. Conclusão: O abuso a idosos é subnotificado, destacando-se a sua importância. As mulheres idosas têm relutância em pedir ajuda, e normalizam o abuso pelos seus cônjuges. Assim, destaca-se a importância da intervenção do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica, efetuando periodicamente reavaliação das condições de fragilidade dos idosos, da rede de suporte/apoio e, do comportamento de procura de ajuda, bem como, a sinalização para as Equipas de Prevenção de Violência no Adulto. Intervenções protetoras desde a infância são cruciais, promovendo a autoestima e competências de enfrentamento.
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| ISSN: | 2184-4860 2184-836X |