Adalgisa Nery e a literatura anáglifo diante e contra as imagens

Este artigo busca pensar a escrita da escritora brasileira Adalgisa Nery, principalmente suas obras A Imaginária (2009) e A Neblina (1972), através do pensamento arquifilológico de Raúl Antelo. Ao encarar as imagens de Adalgisa propostas por Ismael Nery, Cândido Portinari e o poeta Murilo Mendes, o...

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Bibliographic Details
Main Author: Luiz Antonio Ribeiro
Format: Article
Language:Spanish
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2018-09-01
Series:Boletim de Pesquisa NELIC
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/nelic/article/view/58198
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Description
Summary:Este artigo busca pensar a escrita da escritora brasileira Adalgisa Nery, principalmente suas obras A Imaginária (2009) e A Neblina (1972), através do pensamento arquifilológico de Raúl Antelo. Ao encarar as imagens de Adalgisa propostas por Ismael Nery, Cândido Portinari e o poeta Murilo Mendes, o artigo pretende, diante da escrita de Adalgisa, a desativação destas imagens para que elas se tornem centros vazios, ou seja, que se mantenham novamente disponíveis a outras articulações de história, memória e política. Neste sentido, utilizamos a imagem de um anáglifo proposto por Adalgisa: a sobreposição de imagens lado a lado que ao mesmo tempo em que apontam para uma profundidade, desarticulam o olhar deste centro.
ISSN:1518-7284
1984-784X