Fecundidade de peixes e tamanhos máximos de captura: instrumento auxiliar í gestão de pesca
Descreve-se a relação entre fecundidade (F) e tamanho individual, bem como entre fecundidade relativa í massa das gônadas (Frg) e F, em 17 espécies de teleósteos do litoral do Paraná. Fêmeas adultas de Clupeidae, Ariidae, Mugilidae, Stromateidae, Centropomidae, Carangidae, Sciaenidae e Paralicht...
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| Published: |
Instituto de Pesca
2017-12-01
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| Series: | Boletim do Instituto de Pesca |
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| author | Paulo de Tarso da Cunha CHAVES Francieli Gonçalves AZEREDO Emanuelle PINHEIRO |
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Descreve-se a relação entre fecundidade (F) e tamanho individual, bem como entre fecundidade relativa í massa das gônadas (Frg) e F, em 17 espécies de teleósteos do litoral do Paraná. Fêmeas adultas de Clupeidae, Ariidae, Mugilidae, Stromateidae, Centropomidae, Carangidae, Sciaenidae e Paralichthyidae foram obtidas junto í pesca artesanal. Mensuraram-se comprimento total e massa ovárica, e em microscópio estereoscópico foram contados os ovócitos vitelogênicos. Em 15 das 17 espécies, a fecundidade aumentou com o tamanho do indivíduo. A diferença entre F máxima e mínima variou de 56,9% a 98,2% da F máxima, dependendo da espécie, expressa por F(máx-mín) = 8405 + 0,7587.Fmáx (r = 0,96; n = 17). Em geral, Frg aumentou com F: Frg = 1,15.F0,7603 (r = 0,74; n=228), portanto espécies com maior F tenderam a produzir ovócitos menores. Para as 17 espécies, tamanhos estratégicos de conservação são recomendados, em geral, í queles em que F máxima foi registrada. A eficácia da adoção de tamanhos máximos de captura como medida de gestão requer, na pesca profissional, estudos sobre seletividade das redes e, na amadora, orientação aos praticantes.
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| institution | DOAJ |
| issn | 1678-2305 |
| language | English |
| publishDate | 2017-12-01 |
| publisher | Instituto de Pesca |
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| series | Boletim do Instituto de Pesca |
| spelling | doaj-art-a0c43fa1e9f44d3f837e5943544d028b2025-08-20T03:19:50ZengInstituto de PescaBoletim do Instituto de Pesca1678-23052017-12-0143410.20950/1678-2305.2017v43n4p542Fecundidade de peixes e tamanhos máximos de captura: instrumento auxiliar í gestão de pescaPaulo de Tarso da Cunha CHAVES0Francieli Gonçalves AZEREDO1Emanuelle PINHEIRO2Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná (UFPR)Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná (UFPR)Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná (UFPR) Descreve-se a relação entre fecundidade (F) e tamanho individual, bem como entre fecundidade relativa í massa das gônadas (Frg) e F, em 17 espécies de teleósteos do litoral do Paraná. Fêmeas adultas de Clupeidae, Ariidae, Mugilidae, Stromateidae, Centropomidae, Carangidae, Sciaenidae e Paralichthyidae foram obtidas junto í pesca artesanal. Mensuraram-se comprimento total e massa ovárica, e em microscópio estereoscópico foram contados os ovócitos vitelogênicos. Em 15 das 17 espécies, a fecundidade aumentou com o tamanho do indivíduo. A diferença entre F máxima e mínima variou de 56,9% a 98,2% da F máxima, dependendo da espécie, expressa por F(máx-mín) = 8405 + 0,7587.Fmáx (r = 0,96; n = 17). Em geral, Frg aumentou com F: Frg = 1,15.F0,7603 (r = 0,74; n=228), portanto espécies com maior F tenderam a produzir ovócitos menores. Para as 17 espécies, tamanhos estratégicos de conservação são recomendados, em geral, í queles em que F máxima foi registrada. A eficácia da adoção de tamanhos máximos de captura como medida de gestão requer, na pesca profissional, estudos sobre seletividade das redes e, na amadora, orientação aos praticantes. https://institutodepesca.org/index.php/bip/article/view/1245reproduçãoovócitosteleósteosSciaenidaeBrasil |
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