Poder e limites da razão em Agostinho = The power and the limits of reason according to Augustine
Neste artigo, focalizamos o poder e os limites da razão em Agostinho, perguntando-nos como a razão, interrogando-se sobre si e sobre o que é o ser humano, revela simultaneamente o conhecimento e a ignorância de si. Embora para Agostinho a razão seja o que possuímos de mais elevado, o que nos diferen...
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| Published: |
Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS)
2013-01-01
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| author | Cunha, Mariana P. Sérvulo da |
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| description | Neste artigo, focalizamos o poder e os limites da razão em Agostinho, perguntando-nos como a razão, interrogando-se sobre si e sobre o que é o ser humano, revela simultaneamente o conhecimento e a ignorância de si. Embora para Agostinho a razão seja o que possuímos de mais elevado, o que nos diferencia dos animais, e o que, juntamente com a memória e a vontade/amor, nos torna semelhantes a Deus, ela não basta à compreensão da realidade e sequer compreende-se totalmente. Para examinar o alcance e os limites da razão (e, em última análise, a superação de si) no pensamento de Agostinho, partimos do Quaestio mihi factus sum (Tornei-me para mim mesmo uma interrogação, Confessiones X, xxxiii, 50) e seguimos algumas etapas de sua metafísica da experiência interior. Argumentamos que, para Agostinho, o ser humano em seu autoconhecimento é como que incessantemente retirado de si e reapresentado a si mesmo, em uma espécie de esconde-esconde da consciência de si: ele vê e não vê a si mesmo, compreende algo, mas não tudo de si. A potência e as limitações da razão, quando analisadas sob a ótica do conhecimento de si, podem ser compreendidas à luz da relação consciência/inconsciência de si e do papel da memória |
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