Inteligência artificial customizada e automação de processos: por que o ChatGPT não serve para organizações?

Discutem-se as características dos modelos de geração de linguagem da subárea da inteligência artificial conhecida como generativa (IAG) e seu possível uso no ambiente organizacional a partir do produto ChatGPT. Defende-se a hipótese de que em sua configuração padrão, o principal representante desse...

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Main Author: Márcio Carneiro dos Santos
Format: Article
Language:English
Published: Universidade de São Paulo (USP) 2024-04-01
Series:Organicom
Subjects:
Online Access:https://www.revistas.usp.br/organicom/article/view/220971/204933
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Description
Summary:Discutem-se as características dos modelos de geração de linguagem da subárea da inteligência artificial conhecida como generativa (IAG) e seu possível uso no ambiente organizacional a partir do produto ChatGPT. Defende-se a hipótese de que em sua configuração padrão, o principal representante desse segmento não é adequado por razões diversas que são analisadas. Em contrapartida, propõe-se o conceito da IA customizada, operando através de interfaces de programação de aplicação (APIs) e aplicações específicas, que utilizam estratégias mais atualizadas para contornar essas limitações, aumentando seu controle.
ISSN:2238-2593