Distribuição espacial dos casos de sífilis adquirida nos municípios da superintendência regional de saúde de Montes Claros

Objetivo: Mapear a distribuição espacial dos casos de sífilis adquirida na Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico, retrospectivo, descritivo. O estudo buscou descrever o cenário espacial da sífilis adquirida nos 54 municípios d...

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Main Authors: Adriana Barbosa Amaral, Joyce Pereira Soares, Kesia Barbosa dos Reis, Maria Regina de Oliveira Morais, Siderllany Aparecida Vieira Mendes de Brito, Thallyta de Sousa Lima
Format: Article
Language:English
Published: Centro Universitário FUNORTE 2023-08-01
Series:Bionorte
Subjects:
Online Access:http://revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php/bionorte/article/view/827
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description Objetivo: Mapear a distribuição espacial dos casos de sífilis adquirida na Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico, retrospectivo, descritivo. O estudo buscou descrever o cenário espacial da sífilis adquirida nos 54 municípios da região, no período entre os anos de 2016 e 2020, a partir das notificações do agravo no banco de dados secundários do Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Foram calculadas as taxas de prevalência da série histórica estudada e de detecção para cada ano, e apresentadas em ilustração geoespacial através do software Open Source Geospatial para ilustração técnica da distribuição geográfica dos casos notificados naquela região. A análise espacial foi realizada a partir da prevalência apresentada no período para a região e das taxas de detecção dos casos ao longo dos anos que foi aqui estratificada em quartis, sendo Q1 (=0), Q2 (0-17,9), Q3 (17,9-42,9) e Q4 (42,9-368,3), apresentadas através de mapas de geoprocessamento com gradiente de concentração dos casos. Resultados: Foram avaliadas 1613 fichas de notificação de sífilis adquirida. A prevalência na série histórica estudada foi de 148,3/100 mil habitantes. A taxa de detecção calculada nos anos apresentou evolução ascendente entre os anos de 2016 até atingir um notório pico no ano de 2018, mostrando maior concentração dos casos no polo regional. Destaca-se ainda uma redução expressiva na taxa de detecção nos anos 2019 e 2020, redução de 31,4% em 2019 e 23,7% em 2020. Vale ressaltar que dezesseis municípios (29,6%) dentro da região estudada não apresentaram nenhuma notificação ao longo de todo período 2016-2020. Conclusão: Espera-se que o conhecimento sobre o cenário espacial de distribuição dos casos da sífilis adquirida possa contribuir com a construção coerente e assertiva do planejamento em saúde no campo da epidemiologia, assistencial, da gestão e ensino, subsidiando a elaboração e priorização de estratégias efetivas de gestão. Vale compreender as razões de 30% dos municípios da região se manterem silenciosos com relação à detecção de casos.
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